quarta-feira, 14 de março de 2012

Indústria do tabaco usa sabores para atrair jovens, diz Inca em resposta ao setor


O Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva) divulgou nota, nesta quarta-feira (14), contrária às publicações de organismos ligados à indústria do tabaco, que refutam a decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A agência reguladora vetou a fabricação e comércio de cigarros aromatizados.
De acordo com a nota do órgão do Ministério da Saúde, a introdução de sabores nos produtos derivados de tabaco, incluindo cigarros, charutos, tabaco sem fumaça, kreteks (cigarro de cravo), bidis (cigarrilhas aromatizadas) e narguilé tem a função de “tornar seu produto agradável, acrescentando aditivos variados, tais como: açúcar, mel, ce Os aditivos visam mascarar tanto o gosto ruim, a irritação e a tosse que a fumaça do tabaco provoca, como facilitar a primeira tragada e desenvolver dependência à nicotina. Vários estudos indicam que os adolescentes são especialmente vulneráveis a esses efeitos e têm uma maior probabilidade do que os adultos desenvolverem dependência ao tabaco. Muitos dos aditivos, inclusive o açúcar, ao serem queimados durante o ato de fumar, se transformam em substâncias altamente tóxicas e cancerígenas.
Levando isso em conta, o Inca diz ser fundamentais as ações da Anvisa para “em especial, proteger as crianças e adolescentes da iniciação ao tabagismo”.reja, tutti-frutti, chocolate, dentre outros, com único objetivo: atrair jovens”. 

Fonte: R7

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