Pesquisa realizada no Reino Unido alerta: crianças envolvidas em bullying são três vezes mais suscetíveis a ter pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo relacionado ao suicídio. Bullying é um termo sem tradução que se refere a um fenômeno de agressividade intencional e repetitivo, tão grave que pode levar à morte – seja por suicídio ou assassinato. Um assunto sério que a cada dia chama mais a atenção de autoridades, especialistas e pais. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, mostra que tanto quem pratica bullying – o agressor ou bullie – como a vítima são três vezes mais propensos a ter pensamentos suicidas ou comportamento autodestrutivo aos 11 anos de idade. O que chamou a atenção dos autores é que estes resultados não foram encontrados apenas entre as vítimas, mas também entre os agressores. Entre aqueles que eram apenas agressores e nunca sofreram bullying, este tipo de pensamento também era comum, apesar de os dados não serem tão consistentes. Já entre as crianças que sofriam com este tipo de violência durante um período maior, as chances eram até seis vezes maiores.
Fonte: Ururau
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