RIO – O “Relógio do apocalipse” foi adiantado em um minuto nesta terça-feira e agora marca cinco para a meia noite, usada para ilustrar o fim do mundo. Criado em 1947 por cientistas atômicos americanos, ele leva em consideração o estado dos arsenais nucleares mundiais e sua proliferação, biossegurança e clima, entre outros fatores, para estimar o quão a Humanidade pode estar perto da extinção. A comunidade global pode estar próxima de um ponto sem volta nos esforços para prevenir catástrofes devido a mudanças na atmosfera da Terra. A Agência Internacional de Energia prevê que se a sociedade não começar a construir alternativas às tecnologias de geração de energia emissoras de carbono nos próximos cinco anos,o mundo está condenado a um clima mais quente e severo, secas, fome, falta d'água, elevação do nível do mar, desaparecimento de nações insulares e acidificação dos oceanos. Mesmo que os líderes políticos decidam no futuro reduzir a dependência de tecnologias emissoras de carbono, será tarde demais”, avaliam os cientistas em comunicado sobre a decisão.
Fonte: O Globo

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